14/5/2013

Atributos do Volvo VM mudaram o segmento de caminhões semipesados



by Comunicação Corporativa

Quando o VM foi lançado, em agosto de 2003, o segmento de caminhões semipesados representava 16 mil unidades por ano no Brasil, num mercado onde três marcas detinham um share de cerca de 90%.

As cabines dos caminhões eram simples, os motores tinham entre 200cv e 220 cv e os veículos possuíam poucos opcionais. “O cenário mudou com a chegada do Volvo VM”, lembra Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo América Latina.
 
A linha VM inaugurou neste segmento o conceito de veículos com cabine leito, mais amplas e que aumentavam o conforto no ambiente de trabalho do motorista. Os motores do VM chegavam com potências maiores, na época de 210cv e 240cv, e os primeiros modelos ofereciam um conjunto de mais de 20 opcionais, além de atributos de segurança. “E ainda tínhamos um projeto mais avançado de chassi, que possibilitava melhor distribuição de carga e um volume transportado maior”, observa Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo.
 
Quando foi revelado ao mercado em 2003, o VM era o único caminhão brasileiro em sua classe a ter coluna de direção ajustável, prancheta incorporada ao volante, sistema de basculamento hidráulico da cabine, além de opcionais importantes, como imobilizador, climatizador e uma caixa de câmbio de 9 marchas. O modelo lançado em 2003 era também o único no segmento a ter como componentes standard freios a disco dianteiros e suspensões com molas parabólicas.
 
Câmbio melhor
 
Outra vantagem trazida pelo VM foi a suavidade e precisão do câmbio: com o acionamento pneumático da embreagem, ele possibilitava extrema facilidade na troca de marchas. “O mínimo esforço, tanto para a troca de marchas como para o acionamento da embreagem, garante muito mais conforto ao motorista”, diz Francisco Mendonça,  gerente da linha VM.
 
Os novos faróis, que funcionavam com o sistema running day light, era outra novidade: após dada a partida do motor, eles ficam acesos durante todo o tempo em que o veículo permanecer funcionando, proporcionando mais segurança à operação. “Essa enorme gama de opcionais, associada ao elevado nível de disponibilidade mecânica do VM, permitiu ao transportador uma maior produtividade e um consequente custo menor por tonelada transportada”, diz Bernardo Fedalto, diretor de caminhões do Grupo Volvo para o Brasil.

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Newton Chagas - Volvo Group Latin America
Assessor de Imprensa – Comunicação Corporativa
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